segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

A vida seria tão maravilhosa se nós soubéssemos o que fazer com ela
(.”Greta Garbo)

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

pensamentos de um soldado romano

Realmente foi impressionante suas ultimas palavras na cruz
sempre que este homem falava aconteciam coisas estranhas
pois houve muita gente que foi curada por ele mas a nois soldados
romanos nos proibiam falar destas
coisas, Eu estive parado junto a  esta cruz mas na verdade não queria estar ali porque sempre que me virava
para ver a jesus seus olhos me fazia  sentir e pensar que eu deveria estar em  seu lugar,Ele nao vivia com odio,pelo
contrario apesar do grande sofrimento que ele padecia e de sua expresão de agonia ele me olhava com amor e eu não consigo entender porque ele dizia palavras como: "pai, perdoa- os
porque não sabem o que fazem!"e no meu interior
eu dizia; vamos se tu es o filho de DEUS porque não
desces desta cruz? porque se dezes que não conhecestes
o pecado mas morres pelos pecadores e os apresentas justos
diante do pai quando, creio que o unico justo es tu!
de repente me dei conta que o meu corpo começou a
tremer porque parecia que ele escutava meus pensamentos
e em meio ao seu corpo desfigurado corria o sangue ele me dizia com seu olhar:
"SE EU NÃO DESÇO DESTA CRUZ;  È POR AMOR  A TI"
 

quarta-feira, 21 de novembro de 2012



oh deus não compreendo  os deus  planos
em minha vida mais ti ouvirei pois
a tua voz não sai dos meus pensamentos tenho andado  pelo vale da
morte pela corta bamba da vida longe da tua gloria do teu amor
leve me de volta para ti senho

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Se por a penas um pouco de segundos eu pudesse ver a tua face senho tocar em tuas vestti jesus
                                                   

                  Vai Valer A Pena 



Livres Para Adorar

Não compreendo os Teus caminhos
Mas Te darei a minha canção
Doces palavras Te darei

Me sustentas em minha dor
E isso me leva mais perto de Ti
Mais perto dos Teus caminhos

E ao redor de cada esquina
Em cima de cada montanha
Eu não procuro por coroas
Ou pelas águas das fontes

Desesperado eu Te busco
Frenético acredito
Que a visão da Tua face, é tudo que eu preciso

E eu Te direi:
Que vai valer a pena
Vai valer a pena
Vai valer a pena mesmo

Sim vai valer a pena
Vai valer a pena
Vai valer a pena mesmo

Eu sei que vai, eu sei que vai

E o grande dia haverá de chegar,
Quando eu e você, eu e você nos encontraremos com Ele
Naquele dia

Eu e você, eu e você cantaremos em uma só voz
A Ele, a Ele, a Ele:
Senhor valeu apena,
Senhor valeu apena, (2x)
Senhor valeu apena mesmo

Quando o grande dia chegar,
Quando o grande dia chegar
Quando o grande dia chegar
Eu cantarei, eu cantarei, eu cantarei....

Jesus sim, sim, sim
sim, sim, sim Jesus
valeu, valeu, valeu, valeu, valeu, valeu, valeu

viver pra ti, morrer pra ti

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

                                            
 policiais que vão para as ruas com a a cara e com a coragem heróis anonimos pais filhos que nao vão voltar mais. E no triste olhar de uma criança,  criança que vai crescer sem seu herói filhos de uma naçao abandonada pelo governo mais que sonha com um futuro melhor vai minha criança cresça lute por um futuro melhor mas não se esqueça que tu es filho de mais um heroi a nonimo

quinta-feira, 12 de abril de 2012

A criança e o urubú

Pulitzer 1994 - Kevin Carter •Esta foto foi vencedora do "Prémio Pulitzer", e foi tirada em1994, durante a grande crise de fome que avassalou o Sudão.•A foto mostra uma criança faminta e agonizante, que rasteja nadirecção dum campo de alimentos das Nações Unidas, situadoa 1km de distância.•O abutre espera que a criança morra, para a poder comer. Estafoto chocou o mundo inteiro. Ninguém sabe o que aconteceu àcriança, nem mesmo o fotografo Kevin carter, que deixou olocal logo que terminou a foto.•.    Dois meses depois de ter recebido o prêmio pela imagem da criança e o urubú, amargurado e castigado pela culpa, psiquicamente instável e destroçado pela morte de um dos seus amigos íntimos e elemento do Bang-Bang Club, Ken Oosterbroek , Kevin Carter suicidou-se.
 Em 27 de julho de 1994, levou seu carro até um local da sua infância e utilizou uma mangueira para levar a fumaça do escape para dentro de seu carro. Ele morreu envenenado por monóxido de carbono aos 33 anos de idade. 
                                                            (esse é uma poema que fala sobre a fome na africa )
Eu sou a Fome África Não tenho comida
 Passo fome de vida
 De estrutura básica

Devoro meus habitantes
 Lanço os ossos na terra
 Morrem milhares a cada instante
 Mato mais do que a guerra

Mato mais do que a sede
 Aqui a fome tem nome
 Pois a África consome
 Até mesmo as paredes

Não perdoa nem o concreto
 Come a vida com apetite
 Devora até insetos
 Ninguém à África resiste

Vivo de esqueletos de crianças
 Dos meus filhos desnutridos
 Que adubam a terra desde a infância
 Enquanto apodrecem caídos

quarta-feira, 11 de abril de 2012

triste olhar

No triste olhar de uma criança espelha-se o sentimento
De um dia ver esperança transportada pelo vento
Infância sem pressa de crescer, sem pressa de acordar
Num triste amanhecer sem rumo certo a tomar
  •  
    Numa lágrima prestes a cair dos olhos negros sem amor
    Um sorriso teima em sair dos lábios selados pela dor
    Olhar que perfuma a tristeza… Olhos penosos que nada esconde
    Iluminados pela dureza onde a alegria mora longe

    ... Universo sem ternura a mentira não sai
    A verdade escapa nua e crua… O sorriso ses vai
    Olha-me nos olhos com sinceridade, fixa o teu no meu olhar
    Leva-me para a terra da felicidade para não mais chorar

    Diz-me! Que posso ser uma criança, Diz-me! Que posso brincar
    Vivo na ignorância, diz-me pelo menos que vais tentar…
    Gostava não mais ter fome, gostava não mais ver guerras
    Que querem que me torne? Numa criança sem regras?

    Do pouco que tenho, divido contigo e reparto migalhas do nada
    Poderiam fazer o mesmo comigo? Fiz a pergunta errada…
    Continuarei a ser a criança, mas já sem força para sonhar
    É só esta a diferença… Que me faz este triste olhar